Fui ao GO.

15

Esqueci de falar sobre a minha consulta semana passada rs..pois é fui á um GO que também é Obstetra, foi indicação no e-family e ele atende pelo meu convênio, li várias opiniões sobre ele a maioria boa, outras nem tanto mas..resolvi tirar a prova hehe.

Elas agendam um horário mas tem que estar lá mais cedo pra ser atendida no seu horário, é por ordem de chegada (isso é ruim),tinha algumas gravidinhas lá, pacientes dele já há bastante tempo (isso é bom).
Quando me chamaram fui até a sala dele e lá fiquei por meia hora esperando acreditam???meia hora, das nove e meia até as 10, ele atendia uma grávida em outra sala upf! fiquei muuuito brava, muuuito brava meeesmo , mas me controlei, como era a primeira consulta e eu estava fazendo a minha avaliação, esperei com paciência.
Quando ele entrou na sala pediu mil desculpas ( é o mínimo né) mas pelo menos se desculpou e se justificou.
Me fez as perguntas básicas de primeira consulta, me examinou, já colheu o Papanicolau e solicitou alguns exames.
Pois bem, eu havia agendado várias consultas com outros médicos, mas decidi que por enquanto vou ficar com este mesmo.Eu gostei da atenção que me deu, não teve pressa, conversou comigo direitinho, foi bem simpático e profissional, (só não gostei da espera...) mas vamos ver as próximas consultas né, até porque não posso avaliar  todo o trabalho dele por isso.
Quarta-feira faço os exames que me pediu, exames esses que nunca fiz na vida mas..sempre tem uma primeira vez né rs..são eles:
Colposcopia + Biópsia
Vulcoscopia + Biópsia
Ultra Mamária
Ultra Transvaginal
A próxima consulta é dia 10/09 com o resultado dos exames e pra saber sobre o papa..


Final de semana passado, fiz um Bolo de Nozes, que é tuuudo de bom, ficou MARAVILHOSO, maridão se acabou rs..e eu sem comentários...vi no programa Hoje em Dia com o Edu Guedes, eu adoro nozes então sou suspeita á falar, mas sou muito chata pra bolo viu, uma vez comi um bolo de nozes em gramado que passei mal de tão doce que estava, mas esse não é enjoado gente, muito bom.

Bom é isso, um ótimo final de semana pra todas e até segunda.

Beijo Grande!!!

Olha que coisa mais fofa!

10
Vi este vídeo no blog Mulher & Mãe, criança tem cada uma...rs..
Um filho que gosta tanto de cookies, que chega ao ponto de fazer uma pequena chantagem emocional com a mãe pra se dar bem.

A última frase dele é o máximo, ri demais...


Me diz se não dá vontade de apertar!!

Programa Mais Você Apresenta - O Lindo Trabalho das Doulas

8
Ontem no Programa Mais Você, foi apresentado com muita claresa, o lindo trabalho das Doulas vale a pena assistir, coisa mais linda me emocionei.Click Aqui para assitir ao vídeo.
O maior desejo de uma grávida é que tudo corra bem na hora do parto, não é mesmo.
Isso costuma gerar muita ansiedade, principalmente nas mães de primeira viagem. Antigamente, as mulheres viviam mais próximas de suas famílias. A maioria delas fazia parto normal e esse conhecimento era passado de mãe para filha.

Como isso acontece cada vez menos, muitas mulheres que optam pelo parto normal se sentem inseguras e somente a orientação médica não acalma a ansiedade delas. É aí que entra o trabalho da doula. Você já ouviu falar? Doula é a acompanhante que ajuda a mulher na hora do parto. Dá apoio, orienta e fica ali do lado principalmente quando o parto é normal.

O acompanhamento de uma doula particular custa em média R$ 600 e existem cursos que formam estas profissionais. Nas aulas, as futuras doulas não recebem nenhuma formação específica, seja em medicina, ou psicologia. Elas simplesmente são preparadas pra identificar as dificuldades mais comuns na hora do parto e proporcionar conforto e segurança às mulheres.

Marcele Ribeiro é professora de ioga e descobriu há dois anos a atividade de doula, por experiência própria. Contratou uma para ajudá-la na primeira gravidez e gostou tanto que resolveu se tornar uma também.

O que essas mamães de hoje estão descobrindo, na verdade não é nenhuma novidade. O papel da doula existe há milênios. Em grego, a palavra quer dizer: mulher que serve. Mas não precisa nem ir tão longe. Na nossa história mesmo, até algumas décadas atrás, a maioria das mulheres dava a luz em casa e eram as mães ou parentes das gestantes que faziam o trabalho de doula, junto com as parteiras.

Hoje, o valor desse apoio é reconhecido pelo Ministério da Saúde, que incentiva a presença de doulas voluntárias nas maternidades públicas.

Para falar mais sobre o assunto, Ana Maria conversou com a doula Maria de Lourdes Teixeira, mais conhecida como Fadynha. Ela também recebeu mães que contaram com a ajuda da doula em seus partos. “Sou uma das doulas mais antigas do Brasil. Comecei quando as grávidas começaram a pedir que eu as acompanhasse nos partos, na época em que dava aula de ioga. Foi espontâneo”, disse.

Por sua vez, a mãe Viviane Varela contou que cresceu com a ideia de que o parto normal era difícil. “Mas acabei optando por esse tipo de parto. Vi o nome da Fadynha, tive todas as informações dela e foi ótimo. Fiquei muito surpresa com a minha ignorância sobre o assunto. Havia muita coisa bonita do parto que eu não sabia. Sou grata a ela primeiramente pelas informações que recebi. O parto pode, sim, ser prazeroso”, contou.

Fadynha explicou que existem dois tipos de doula. “Existe a doula de parto e a que faz o acompanhamento somente após o parto. É bom lembrar que a doula não pode interferir no nascimento. Ela se incorpora à equipe e acompanha o processo”, explicou.

*Fonte: Mais Você

Aborto espontâneo, comum na primeira gravidez??

130
Confesso que depois que soube das perdas de algumas blogueiras, resolvi me informar melhor sobre o assunto e deixar aqui registrado estas informações:
O problema é muito mais comum do que se imagina - e não envolve apenas pressões psicológicas. Segundo o médico Claudio Bonduki, obstetra da Unifesp, 20% das mulheres enfrentam o drama do aborto espontâneo na primeira gestação. De acordo com o especialista, há vários fatores que podem predispor ao aborto involuntário. “A malformação uterina e problemas virais são uma das causas da perda do bebê, mas o principal motivo dessa fatalidade é o ovo formado de má qualidade, e isso pode ocorrer com qualquer mulher, independente de fatores genêticos”, explica.

Geralmente, a grávida perde a criança entre o segundo e o terceiro mês de gestação. E, na maioria das vezes, ela nem percebe que o feto foi expulso de seu organismo. Nesses casos, o sintoma mais comum é o sangramento. O especialista, porém, faz questão de tranqüilizar as futuras mamães. “Grávidas que já sofreram um abortamento espontâneo não correm o risco de perder de novo. Muitas mulheres sofrem desse mal uma única vez e, depois, conseguem engravidar normalmente. Somente em casos mais específicos as gestantes podem passar por vários abortamentos consecutivos. Aconselha-se, nessas ocasiões, um acompanhamento especializado”, esclarece.
Dr. Bonduki recomenda esperar pelo menos dois meses antes de tentar engravidar novamente. Nesse período, uma boa dica é consumir grandes quantidades de ácido fólico, substância que auxilia na formação do bebê e é encontrada em alimentos como fígado e beterrada.

O ácido fólico é uma vitamina do complexo B encontrada em alimentos como brócolis, espinafre, gema de ovo, fígado, feijão, peixes, gérmen de trigo, salsinha, beterraba crua, escarola e amendoim. No entanto, mesmo se a mulher reforçar o consumo desses itens, a quantidade necessária para garantir uma gestação tranqüila ainda não é suficiente. Por isso, o médico normalmente presecreve o uso de comprimidos que contenham a vitamina. O ácido fólico ajuda no desenvolvimento do feto e é arma poderosa na luta contra o aborto espontâneo. Recomenda-se ingerir três meses antes de engravidar.
(Karina Yumi Morizono)

Como saber se estou sofrendo um aborto espontâneo?

Os sinais mais claros são cólicas semelhantes às menstruais e sangramento forte, que pode incluir coágulos. Mas o aborto pode ocorrer sem que você nem perceba -- muitas mulheres confundem um aborto espontâneo com um simples atraso na menstruação.

Em alguns casos, o aborto só é detectado durante uma consulta pré-natal, quando o médico não consegue ouvir o coração do bebê ou percebe que seu útero não cresceu tanto quanto deveria. Se houver suspeita de um aborto espontâneo, o obstetra pedirá uma ultra-sonografia para verificar o útero e possivelmente um exame de sangue também.



Tive um sangramento leve e quero saber se é sinal de problema.

A diferença no caso de sangramento em um aborto espontâneo é realmente a quantidade de sangue, já que a presença de um pouco de sangue na calcinha ou no papel higiênico depois de urinar é comum no início da gravidez. Nem todo sangramento mais volumoso é sinal de aborto, mas, independentemente do volume de sangue, procure seu médico imediatamente.

É possível diminuir riscos e evitar um aborto espontâneo?

Se você já teve um aborto espontâneo, o médico poderá sugerir algum tipo de repouso nos primeiros meses da gestação, embora não haja provas de que isso tenha algum impacto real.
No caso de você já saber que um aborto anterior foi causado por um problema no colo uterino chamado incompetência cervical, o médico poderá realizar uma sutura na região para mantê-la fechada até que o bebê esteja desenvolvido e pronto para nascer -- um procedimento conhecido como cerclagem.


O que devo fazer se souber que perdi o bebê mas ainda não houve um aborto espontâneo?

Discuta com seu médico a melhor forma de lidar com a situação, levando em conta seu estado físico e emocional. Se não houver risco à sua saúde, é possível que ele sugira deixar o abortamento acontecer naturalmente (isso ocorre para mais da metade das mulheres até 15 dias depois de descobrir a inviabilidade da gravidez). Nesse caso, ele pode receitar analgésicos para o caso de haver cólica forte. Vocês podem decidir também esperar algum tempo antes de partir para outro tipo de procedimento.

Em alguns casos, medicações podem acelerar o processo, embora haja o risco de efeitos colaterais como náusea, vômitos e diarréia. E mesmo com o uso de remédios sempre há a possibilidade de você ter que se submeter a um procedimento cirúrgico depois.


Esse procedimento se chama curetagem e será a primeira escolha do médico caso você esteja com forte sangramento ou sinais de infecção.

Baby Center
Detalhes sobre a perda gestacional

O aborto espontâneo não tem uma causa específica. Alterações genéticas, hormonais ou uterinas, infecções e doenças imunológicas podem aumentar a possibilidade de uma perda gestacional. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental. “Antes mesmo de engravidar, é importante que a mulher vá ao ginecologista, verifique seu estado de saúde e trate eventuais problemas”, afirma Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein (SP). O ideal é que a mulher esteja o mais saudável possível quando decidir se tornar mãe. “E opte por fazê-lo em idade não avançada”, diz Yong Joo, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Camilo (SP).

Apesar de os abortos serem frequentes, as gestações normais são muito mais comuns. Yong Joo enfatiza que, geralmente, os abortos acontecem isoladamente, não sendo necessária uma investigação exaustiva e desgastante, que preocupe a mulher grávida. “Costumo dizer para o casal que o sonho não se perdeu, apenas foi adiado”, completa.
Crescer.com

 


E-familynet.com Ticker